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Regressão infantil e a carranca escondida da pedofilia

Você já viu por aí, nesse metaverso da loucura, adultos chupando chupeta, mamando mamadeira e usando fraldas? Esse fenômeno é chamado de "Regressão Infantil" e tem ganhado cada vez mais adeptos. Em linhas gerais, são pessoas que buscam fugir dos problemas da vida através da volta ao passado, com práticas infantis que emulam aquele período sem as turbulências da vida adulta. Pode parecer inofensivo, mas essa prática pode desencadear problemas sérios na estrutura da sociedade. 

Inicialmente, alguns lidaram com isso com tom de chacota. Outros, achando inacreditável que um adulto se comporte como uma criança. Há até aqueles que acham que esse é mais um dos efeitos dessa hipersensibilidade causada por essa geração tiktokês livre de qualquer disciplina (desenvolvo isso em meu livro que está em processo de publicação). Contudo, o que poucos têm falado é sobre as consequências danosas às verdadeiras crianças. Essa pode ser mais uma brecha para a normalização da pedofilia. 

Muitos desses adultos em regressão contratam o que eles chamam de "caregiver", que são os cuidadores responsáveis pela terapia de regressão. Numa das reportagens, o cuidador era um homem que tratava infantilmente um adulto de fralda e chupeta.¹ Você ainda tem dúvida de onde isso pode chegar? Cada vez mais tem havido silenciosos incentivos à pedofilia, para que essa aberração seja aos poucos acomodada na mente do cidadão comum. Há, inclusive, teses universitárias sendo usadas para tal. Recentemente, gravei um vídeo mostrando as 10 teses universitárias mais absurdas bancadas com o dinheiro público, e uma dessas teses recebe o seguinte título "A pedofilia e suas narrativas: uma genealogia do processo de criminalização da pedofilia no Brasil", sendo defendida no curso de doutorado em Sociologia na Universidade de São Paulo. Veja um trecho dessa tese: 

"Por tudo que foi visto nesta tese, não é possível afirmar que a pedofilia seja, em sua totalidade, sinônimo de violência sexual contra a criança, embora os termos sejam usados de modo indiscriminado e intercambiável em quase todos os domínios do saber. Os diversos textos apresentados aqui demonstram que muito pedófilos nunca violentaram sexualmente uma criança; e que muitos agressores sexuais infantis não podem ser considerados pedófilos, por não se enquadrarem na definição psiquiátrica da categoria".² 

Quando se começa a legitimar "cientificamente" um pecado tão hediondo, não duvide que isso será em breve defendido sem nenhum pudor pela grande mídia fracassada, pelos artistas inaptos e pelos políticos de esquerda. 

A sexualização infantil já está a todo vapor; a ideologia de gênero está a cada dia fazendo seus estragos; homens trans estão invadindo os banheiros de nossas filhas e tirando o pênis na frente delas. Agora, a regressão infantil começa a tomar forma de demônio. Isso não vai acabar bem. Deus tenha misericórdia de todos nós e cuide de nossas crianças. 

Rodrigo Caeté 

Nota 

1. Disponível em <https://tab.uol.com.br/edicao/regressao-infantil/#page3> 

2. Disponível em <https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/dez-monografias-incomuns-bancadas-com-dinheiro-publico-a8q52qvze7py9r8qavfieakyl/amp/>


 

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